A vitamina D é chamada de "vitamina do sol" porque o corpo a produz quando a pele é exposta à luz solar. Apesar de vivermos em um país tropical, a deficiência de vitamina D é surpreendentemente comum no Brasil — afetando cerca de 50% da população adulta. E as consequências vão muito além dos ossos.
Tecnicamente, a vitamina D é um hormônio esteroide, não uma vitamina. Ela regula mais de 200 genes no corpo humano e tem receptores em praticamente todos os tecidos. Existem duas formas principais: D2 (ergocalciferol, de fontes vegetais) e D3 (colecalciferol, produzida pela pele e presente em alimentos animais). A D3 é mais eficaz para elevar os níveis sanguíneos.
| Nível (ng/mL) | Classificação |
|---|---|
| Menos de 20 | Deficiência |
| 20–29 | Insuficiência |
| 30–60 | Suficiência (ideal) |
| 60–100 | Nível alto (aceitável) |
| Acima de 100 | Toxicidade (risco) |
A forma mais natural e eficaz. Expor braços e pernas ao sol entre 10h e 15h por 15–30 minutos, 3–4 vezes por semana (sem protetor solar nesse período). Pessoas de pele escura precisam de mais tempo.
Para deficiências confirmadas por exame, a suplementação é necessária. Doses comuns: 1.000–4.000 UI/dia para manutenção; doses maiores para reposição (sempre com orientação médica). A vitamina D3 é preferível à D2. Tome com uma refeição que contenha gordura para melhor absorção.
Calcule seu IMC — a obesidade é fator de risco para deficiência de vitamina D
Usar Calculadora de IMC →As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem a orientação de um profissional de saúde.