A autoestima é a avaliação que fazemos de nós mesmos — o quanto nos valorizamos e nos sentimos dignos de amor, respeito e sucesso. Uma autoestima saudável não significa achar que você é perfeito, mas sim ter uma visão realista e compassiva de si mesmo, incluindo suas qualidades e limitações.
O psicólogo Nathaniel Branden, pioneiro no estudo da autoestima, a define como "a disposição de se experimentar como competente para lidar com os desafios básicos da vida e como merecedor de felicidade". Ela tem dois componentes:
A autocompaixão é tratar a si mesmo com a mesma gentileza que você trataria um bom amigo. Pesquisas da Dra. Kristin Neff mostram que a autocompaixão é mais eficaz do que a autoestima tradicional para o bem-estar, pois não depende de comparações ou sucessos externos. Três componentes:
Identifique e questione pensamentos negativos automáticos sobre si mesmo. Perguntas úteis:
A autoestima genuína é construída através de ações alinhadas com seus valores, não de afirmações positivas vazias. Estabeleça metas pequenas e alcançáveis, e celebre cada conquista.
Exercício, sono adequado e alimentação saudável têm impacto direto na autoestima. O exercício, em particular, melhora a imagem corporal e a autoeficácia.
Aprender a dizer não e a proteger seu tempo e energia é um ato de autorrespeito que fortalece a autoestima.
Redes sociais amplificam a comparação social. Limite o uso e lembre-se que você está comparando sua vida real com os melhores momentos dos outros.
Para baixa autoestima enraizada em experiências de infância ou trauma, a psicoterapia (especialmente TCC e terapia focada na compaixão) é o tratamento mais eficaz.
Cuide do seu sono — fundamental para a saúde mental e autoestima
Usar Calculadora do Sono →As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem a orientação de um profissional de saúde.